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POSTAGENS

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PROJETOS DE APRENDIZAGEM



Para que pudéssemos vivenciar a prática dos Projetos de Aprendizagem, nos foi oferecida a possibilidade de um mergulho nas nossas curiosidades mais profundas. Fomos instigados a pensar sobre aquilo que, sem nos dar conta, desconhecíamos. E levamos para a aula presencial nossas indagações. Os caminhos estavam traçados, mas faltavam as descobertas... porque a construção do conhecimento se dá na procura pelas respostas, na pesquisa e nas redes cooperativas de aprendizagens.

Construímos um mapa conceitual utilizando um software específico.
Aprofundamos as pesquisas sobre a música e sua influência no comportamento das pessoas e, principalmente, pudemos comprovar certezas provisórias e nos livrar das dúvidas temporárias...
Ou como bem disseram nossas professoras Íris e Bea em artigo intitulado Revisitando os Projetos de Aprendizagem, em tempos de web 2.0:

"Nesse processo, essencialmente provocativo, a chave do sucesso está nas diferentes formas de observação do mundo: quanto mais formas de olhar e ver (há aqueles que olham e não vêem), mais chances eles têm de identificar as discrepâncias, semelhanças e lacunas em seus conhecimentos, que podem provocar um movimento investigativo".

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

CIÊNCIAS



O quarto semestre trouxe a interdisciplina de Ciências para que repensássemos nossas concepções de natureza e sociedade as quais construímos ao longo da vida.
Para que refletíssemos sobre aquelas tantas opiniões que acreditamos serem corretas e que nos dificultam as mudanças de atitude.

O post que descreve essa experiência traz uma sugestão de atividade que pode ser realizada com adultos e crianças e que é muito útil para introduzir algum tema científico.
Durante a atividade, uma constatação: Há várias interpretações sobre um mesmo assunto. Basta abrir mão dos engessados conceitos, para enxergar a luz da sombra e a sombra da luz.

Luz e Sombra. Um não existe sem o outro. Mas eles convivem numa realidade relativa, onde, dependendo da posição, um deles estará lá. Ou não...


domingo, 26 de setembro de 2010

LITERATURA NA SALA DE AULA


No Eixo III do curso, a interdisciplina de Literatura Infanto-Juvenil proporcionou um momento muito rico, que trouxe fundamentos teóricos importantes sobre a contação de histórias, poesia, literatura infantil, elementos da narrativa, contos de fadas, autores brasileiros e fábulas.

A contação de história e a poesia estão sempre presentes no meu fazer docente, porque acredito que ouvir histórias é o começo da aprendizagem para se tornar um leitor e, posteriormente, um possível produtor de obras literárias. Penso ser esse o caminho da descoberta e da compreensão.

Como bem afirma Fanny Abramovich:

”O ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o pensar, o teatrar, o maginar, o brincar, o ver, o escrever(...)” [ABRAMOVICH, Fanny, 1995:23]

As leituras do curso sempre proporcionaram repensar a prática, me preenchendo com teorias e reformulando os conceitos que construí ao longo dos anos através do meu fazer diário. Por meio de interdisciplinas como a de Literatura, fui apresentada a novas estratégias pedagógicas que me estimularam a elaborar planejamentos, ao que observo na interação que tenho em sala de aula com meus alunos, cada vez mais produtivos.

A análise dos posts de 2007 me fizeram constatar que muitas das publicações foram um recorte bem fiel desta dupla caminhada: como aluna do curso de Pedagogia e como professora da rede pública de ensino.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

CAMINHO SEM FIM


Alguns filmes marcam nossas vidas, assim como algumas músicas, alguns perfumes...
E foi durante o curso de Pedagogia que vi um desses que marcam. A Língua das Mariposas. Um filme que enfoca um professor de postura ímpar, que torna a aprendizagem fonte de prazer.

Quando elaborei essa postagem, estava inebriada de boas sensações. Nota-se pelo teor do texto: “quando crescer, e me tornar uma pedagoga de verdade, quero ser como Don Gregório. Um cara que, para além de teorias, ensina novas posturas perante o mundo, onde as pessoas devem se respeitar, ter sensibilidade e jamais abandonar seus ideais(...)”

Em breve serei pedagoga. Trago comigo, além dos conhecimentos teóricos adquiridos no curso, as emoções e sentimentos que muitas vezes me fizeram rever conceitos, que estiveram presentes nos bons textos, nos bons filmes e em todas as vezes que me dei conta de estar respaldada teoricamente na minha prática pedagógica.

Ainda não sou como Don Gregório...e sei o quanto é difícil conseguir ter o equilíbrio e a maestria de um professor como era o personagem.
Mas sigo “andando” com uma única certeza: O caminho da mudança é uma estrada sem fim.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

MÚSICA NA SALA DE AULA


Ando revendo o processo histórico das minhas aprendizagens, através do estudo das postagens realizadas ao longo do curso. As publicações antigas estão sendo as mais revisitadas.
Voltando no tempo, me deparei com a disciplina de Música,em 2007/2, que reforçava ideias já presentes na minha prática docente, mas que me incentivou a levar com muito mais freqüência a música para a sala de aula. Com o estímulo, inseri nas atividades musicais sons que pudessem ser considerados inusitados, inovadores, revolucionários. Tentei, e até hoje continuo tentando, fazer com que eles conheçam algo novo. Almejo tira-los do ciclo musical vicioso, onde se escuta somente o que toca no rádio.
A postagem que revi relatava isso: a experiência de ter levado algumas músicas do grupo Palavra Cantada e colheres que servissem de instrumento para que os alunos marcassem o ritmo das músicas.
Acredito na música como uma forma de expressão humana das mais antigas e importantes, e que precisa estar sempre presente na vida das pessoas.
Na proposição de uma atividade musical o professor pode ter vários objetivos, mas o simples ato de escutá-la é suficientemente satisfatório.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

OLHAR PARA TRÁS


É interessante passear pelos posts mais antigos do blog e enxergar o crescimento contido na minha trajetória. Poder ver a maneira “verde” com que eu utilizava a ferramenta em relação ao curso.

No curso, sempre houve uma orientação para tentássemos ver as mesmas coisas de um outro modo, quebrando paradigmas, questionando as velhas certezas, aprendendo a distinguir concepções ingênuas dos saberes científicos.

Em 2007, ano de início no PEAD, utilizava o blog para “postagens pessoais”, ou seja, fazia publicações que falavam de mim, dos momentos pelo qual eu estava passando e o que andava pensando. Não havia uma conexão entre o que estava sendo desenvolvido no curso e a minha prática docente. Com o tempo, o suporte e o norte dos(as) professores(as) do PEAD, fui me dando conta de sempre fazer links entre teoria e prática.

Só agora, revendo todo o percurso que fiz, vi que à partir de outubro de 2007, publiquei minha primeira postagem significativa: um vídeo registrando um momento de expressão corporal dos meus alunos, levando para a sala de aula as aprendizagens do curso. Essa teve até um marcador: Portfólio/Teatro.

Em novembro esse processo foi amadurecendo ainda mais e finalmente ficou consolidada a minha percepção do blog como um espaço autoral de socialização e aprendizagem. Daí em diante muitas postagens vinculando a aprendizagem ao exercício profissional.



domingo, 20 de junho de 2010

A PESQUISA EM SALA DE AULA

O experimento do feijão, aquele de colocar o grão num algodão molhado e acompanhar o crescimento, pode ser levado para a sala de aula com o intuito de despertar o desejo da investigação, da pesquisa.
O processo de pesquisa se estabelece como norteador do trabalho. O processo de educação pela pesquisa inicia pelas perguntas produzidas em sala de aula, e tem como objetivo fazer os envolvidos no processo agregar novos saberes aos conhecimentos que já trazem. Aborda também o papel do professor como mediador nesse processo, pois deixa de ser o único detentor do saber e acarreta uma nova postura no aluno, que deixa de ser um simples receptor de conhecimentos.
Para saber o que vai acontecer, vamos observar, nas mais diferentes situações:
-sem luz e com água
-sem luz e sem água
-com luz e com água
-com luz e sem água
Os alunos olham todos os dias e molham, quando necessário. Arriscam palpites e formulam hipóteses.
Através desse processo de descobertas, há uma reconstrução do conhecimento já existente, gerando assim novos significados.